Somos escravos modernos
das caixas de morar
do desodorante
da mustarda
do ketchoup
Temos beijos
programados
odores
cores
dores
corredores aprontando nadas...
Somos civilizados tristes
civis agonizantes
loucos solitários
amantes da compaixão
patéticos sem graça
esquecidos da fôrça...
Luiz Antonio Ferraz
sábado, 20 de março de 2010
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